domingo, 21 de setembro de 2008

E-Lançamento: Livro de Contos

Eis aqui o dito assombroso livro de contos, Dentro de Nós, com seus oito contos sobre encontros entre pessoas que surpreendem e se surpreendem com aquilo que encontram dentro de si (que também é nós) em situações limite.
O lançamento é exclusivamente online. Para obter sua cópia em Pdf, deixe um post aqui no blog.

13 comentários:

Anônimo disse...

Deborah,

obrigado e parabéns pela publicação. Abraço,

Moacir

Anônimo disse...

Estou assombrado que uma mulher tão bonita pode imaginar ou vícios ou viços terríveis - embora em Portugal dizemos que as vexes a aparência pode ser o inverso da realidade :-)

Anônimo disse...

Eu quero! manda pra mim assim que der, fofa. Dani

Anônimo disse...

Avesso ando,
já é noite
o que fica e o que sobra, açoite?

Uma gripe já se foi
o vôo é quase certo

Vou tirar a roupa de tudo
inverter o plano
saciar o deserto

E se te leio, ora!
é pra ser livre, in-conteste!

Anônimo disse...

Suas histórias realizam-se como nossas vidas. Devem viver no momento em que eram nascidos. E alguns devem ser vividos antes que possam ser escritas.

Hoje um tipo da volta pessoal é para que a mulher tenha tanta liberdade como deseja ou como pouca liberdade como deseja. É uma matéria de escolha. É então sua responsabilidade fazer uma escolha honorável. A liberdade é a direita decidir onde a essência da verdade se realiza em cada momento particular.

Não esteja receosa! Às vezes uma menina corre a seu pai. Às vezes um pai implora a remissão de uma filha adulta. Às vezes os homens são homens e as mulheres são mulheres. Às vezes um homem deve ficar-se bastante livre transformar-se numa mulher e às vezes uma mulher deve ficar-se bastante livre transformar-se num homem. O ser humano é um mar das emoções e nem uma estrada nem uma rua de sentido único. Alguns açoites são feitos do fogo e alguns açoites são feitos do couro e alguns açoites são feitos dos beijos de uma mulher nos braços dum outro homem. E alguns beijos são feitos de um chicote. E alguns beijos são feitos do fogo. Mas em todas estas situações, embora possam ser assombrado há a oportunidade incessante para que cada homem transforme-se um homem outra vez e para que cada mulher transforme-se uma mulher outra vez. O amor vive no ar enquanto uma força invisível e a todo instante ele pode se transformar num anjo da luz e a todo instante pode se transformar num anjo do fogo. Isso que é essencial está não somente dentro de nos. Isso que é essencial realiza-se não somente dentro de um momento. Está nas identidades novas que são criadas por nos nesse momento particular. De modo que outra vez nós nos conheçamos novos, como se nós nos encontramos quem nós somos por a primeira vez em nossas vidas. E nós somos novos.

Hoje um aspeto no âmbito da revolução pessoal é para que a mulher tenha tanta liberdade como deseja ou como pouca liberdade como deseja. É uma matéria de escolha. É então sua responsabilidade fazer uma escolha honorável. A liberdade é a direita decidir onde a essência da verdade se realiza em cada momento particular.

Você pode encontrar a oportunidade para a felicidade perfeita em todo este caos se você procurara por ele/a. E não se preocupe sobre confusões. Não se preocupe sobre a factura de erros. Como leitores e escritores, nós viajamos isto caminho tão longo junto e abrir a porta e fazer uma visita são algo que você faz somente quando você sabe em seu coração que sua intuição está correta. Às vezes há somente dois povos: o leitor e o escritor. E às vezes há três povos: o leitor, o escritor e o espírito creativo. Às vezes dois povos estão distante no sol e o que se junta lhe é a forma enorme que suas sombras combinam para dar forma. Desta maneira há o pai, o filho e o Espírito Santo. Desta maneira, um triângulo é às vezes perfeição. E não se preocupe sobre a forma de um triângulo! Você encontrará em sua própria vida o triângulo que você precisa verdadeiramente! Às vezes haverá um divórcio. Às vezes haverá uma união. Às vezes três amigos serão juntos até tarde na noite e não observarão que o tempo passou ('Jules et Jim'). Às vezes dois falarão e um será silencioso. Às vezes dois jogarão e um será speactator. Nenhuma desta importa se todos está livre. Há duas barreiras e são nomeados "medo" e "desconfiança". Você pode escalar sobre toda a barreira. Você precisa somente duas virtudes. E são nomeados a força de vontade e a coragem Boa sorte – e com seu livro e com seu vôo!

Anônimo disse...

Domino de um Papai Noel

Oh Domino
Roll me over, Romeo
There you go - Lord have mercy
I said oh domino
Roll me over Romeo
There you go - say it again

Theres no need for argument - no need for argument at all
And if you never hear from him - That just means he didnt call
Or vice versa
That depends on where ever you’re at
And if you never hear from me - That doesn’t mean I would rather not...

Oh Domino Roll me over, Romeo
Lord have mercy

Van Morrison

Anônimo disse...

oi de!
manda pra mim tbm...
bjo grande
marcy
mlopezsall@gmail.com

Renata Coltro disse...

Oi, linda! Acho suas palavras uma delícia! Muito gostoso parar e "te ouvir". Quero ler os contos, sim! Vc me manda uma cópia?

rscoltro@gmail.com

beijo grande, saudade.

Rê Coltro

Martinho disse...

Oi Deborah,

mande para mim, eu nao tenho MEDO nem do dentro nem do fora :-).
Abrazzo

Martin

Anônimo disse...

Gostaria muito de ler seus contos. Mande-me quando puder.
grande abraço, Stephen

Anônimo disse...

Gostaria muito de ler seus contos.
Grande abraço, Stephen

Anônimo disse...

Deborah, Os contos parecem muito bonitos e muito interessantes, mas não podem estar tão lindos e quentes quanto suas fotografias
oy

Joyorfawhistler@googlemail.com

Sad mellow poet disse...

Há de resto uma espécie de mulheres... - a que age sobre os homens como alucinação, fazendo-os participar da própria desgraça. Dessas, quem escapa uma vez, não toma...
- Fetiche!
- É que vocês nunca se lembram da mulher que os acompanha...
- A mulher fatal?
- Todas são fatais....

João do Rio A Aventura de Rozenda Moura

As cool as the pale wet leaves of lily-of-the-valley
She lay beside me in the dawn.
Ezra Pound